És o sol, a luz que faz o dia acontecer. Em torno de ti gira um mundo inteiro. Sem ti, esse mundo não é mais que escuridão. O medo, o frio, a tristeza desaparecem mal recebem um pouco da tua luz... É o sorriso do sol que afasta as tristezas da alma.
A lua é feliz a seguir o mundo que gira em torno do sol. É feliz quando o sol é feliz. Está sempre presente, mas nem sempre se nota. Recusa-se a ofuscar-te. A lua tem várias fases... Tu és sempre brilhante.
A lua gira em torno do mundo do sol. A lua é do sol. A lua é só tua...
...porque o amor não se cala, eterno e imenso sentimento da alma...
29 de setembro de 2009
6 de setembro de 2009
30 de julho de 2009
Não te deixarei morrer, Língua Portuguesa

Há uma tendência generalizada para simplificar a forma como se fala, e se escreve. Nem vou falar das sms por telemóvel ou nas conversas no messenger. Isso é o de menos, se as pessoas realmente souberem falar e escrever.
Mas o irritante são aquelas pessoas simplistas que criticam quem fala o Português correcto. Qual é o problema? O facto de se esquecerem do que aprendem na Escola. Os pronomes pessoais são esquecidos, ou alterados, se preferirem. O "vós" caiu em desuso? talvez. Mas a culpa é de quem não sabe falar... É, de facto, mais complicada a cojugação dos verbos com este pronome, dái a constante substituição pelo "vocês".
O que irrita, volto a dizer, são as pessoas que pensam que sabem tudo, e enchem a boca para criticar quem fala o Português correcto... São as pessoas que gostam imenso de utilizar nomes e expressões estrangeiras quando existem designações reais e plausíveis na nossa Língua. Existem, evidentemente, estrangeirismos que também merecem ser utilizados, enquanto palavras novas ou sem tradução "decente". Mas, quando ouço alguém que em cada frase utiliza 4 palavras estrangeiras, irrito-me ligeiramente.
Depois há ainda os emigrantes que fazem questão de mostrar que tentam ignorar parte da nossa identidade: a nossa Língua. De nada adiantam as camisolas e bandeiras de Portugal se não preservam a nossa cultura. Entristece-me verdadeiramente.
Por que é que hão-de esquecer a sua Língua materna? Isso é motivo de orgulho? Não pode ser.
Só posso falar por mim. E por mim falando, digo que não te deixarei morrer, Língua Portuguesa. E tentarei lembrar todos os que te tentam esquecer...
23 de junho de 2009
Mais uma etapa

A vida é feita de oportunidades e obstáculos. Às vezes é até difícil perceber o que é o quê. Há etapas que começam e só lhes queremos ver o fim... mas no caminho tudo muda. Os dias passam mais depressa. Histórias que se cruzam, laços que se criam, pessoas que nã se esquecem. À sua maneira, todos foram e são especiais.
Estou calejada com as despedidas, mas nem por isso elas me custam menos. Como alguém me disse, "é melhor dizer até já!"
Eu digo muito obrigada. Pelo acolhimento, pela aprendizagem, pela experiência, pelo ânimo, pela familiaridade, pelo à-vontade, por tudo (que foi mais que muito).
Porque há recordações que nos farão para sempre sorrir.
Levo comigo a Miscode e o KuantoKusta no coração.
Etiquetas:
KuantoKusta,
miscode
15 de junho de 2009
Recordar
A ânsia de recordar... Há coisas que valem sempre a pena. Há musicas que nunca cansam. A qualidade é intemporal.
Marés Vivas, irei! :)
12 de junho de 2009
Alienação
Às vezes dá vontade...


Refugiar-me num lugar qualquer, longe da civilização, longe das ambições desmedidas, dos egoísmos incompreensíveis, longe da perversidade humana, longe da realidade social.
Apetece respirar ar puro, apetece fugir.
Sou uma das formigas que vagueiam pelas ruas do Porto. Sem sorriso no rosto, a pensar em como o tempo passa depressa, irritada e ansiosa.
Não olho o céu, não ouço as gaivotas. Não tenho tempo.
Penso no futuro. No que quero fazer, em como quero crescer. Tantas ambições que me fazem querer apressar o Tempo. Vivo em harmonia nesta sociedade cosmopolita e materialista.
Mas não quero.
Estamos tão preocupados com a concretização de sonhos e desejos incertos e efémeros que deixamos escapar o melhor da vida. Preocupamo-nos tanto com o futuro e com o que a sociedade espera de nós, e com a forma como queremos que as pessoas nos olhem, que não vivemos.
Às vezes, dá sim vontade de deixar tudo e alienar-me. Viver plenamente como eu bem entender, sem ter de me subjugar a tanta (des)organização.
Como os hippies.
Mas não conseguiria.
Infelizmente, comprometi-me com o mundo. Inconscientemente, apaixonei-me, de uma forma doentia (como a esposa que ama o marido que a maltrata), pela civilização. Não consigo ir... E assim vou continuar com a dor no peito sempre que passar por um mendigo que vasculha o lixo à procura de comida, ou de um outro que dorme à porta de um prédio enquanto as pessoas passam, alheias ao cenário, pelo hábito.
Eu não quero habituar-me nunca. E não quero que o meu peito deixe de doer.
Um dia, espero que essa dor me dê coragem para agir.


Refugiar-me num lugar qualquer, longe da civilização, longe das ambições desmedidas, dos egoísmos incompreensíveis, longe da perversidade humana, longe da realidade social.
Apetece respirar ar puro, apetece fugir.
Sou uma das formigas que vagueiam pelas ruas do Porto. Sem sorriso no rosto, a pensar em como o tempo passa depressa, irritada e ansiosa.
Não olho o céu, não ouço as gaivotas. Não tenho tempo.
Penso no futuro. No que quero fazer, em como quero crescer. Tantas ambições que me fazem querer apressar o Tempo. Vivo em harmonia nesta sociedade cosmopolita e materialista.
Mas não quero.
Estamos tão preocupados com a concretização de sonhos e desejos incertos e efémeros que deixamos escapar o melhor da vida. Preocupamo-nos tanto com o futuro e com o que a sociedade espera de nós, e com a forma como queremos que as pessoas nos olhem, que não vivemos.
Às vezes, dá sim vontade de deixar tudo e alienar-me. Viver plenamente como eu bem entender, sem ter de me subjugar a tanta (des)organização.
Como os hippies.
Mas não conseguiria.
Infelizmente, comprometi-me com o mundo. Inconscientemente, apaixonei-me, de uma forma doentia (como a esposa que ama o marido que a maltrata), pela civilização. Não consigo ir... E assim vou continuar com a dor no peito sempre que passar por um mendigo que vasculha o lixo à procura de comida, ou de um outro que dorme à porta de um prédio enquanto as pessoas passam, alheias ao cenário, pelo hábito.
Eu não quero habituar-me nunca. E não quero que o meu peito deixe de doer.
Um dia, espero que essa dor me dê coragem para agir.
9 de junho de 2009
Nostalgia
Saudades do que ainda não deixei.
A beleza das ruas que foram minhas durante estes anos. A rua da minha casinha embeleza esta publicidade que, diga-se de passagem, é uma verdadeira obra de arte.
Subscrever:
Mensagens (Atom)