Assim é bom ser português.
Anúncio simplesmente delicioso.
Como o nosso país.
Amem-no mais e queixem-se menos.
...porque o amor não se cala, eterno e imenso sentimento da alma...
12 de abril de 2009
9 de abril de 2009
Piolho no Coração
O Piolho tem muitas cores. Aliás, o Piolho tem todas as cores! O Piolho reúne muitas almas... Aliás, o Piolho tem alma!
Junta toda a gente. Betos, Freaks, Góticos, Dreads, Neards, Punks... De uma forma bem mais natural que o Sumol.
No Piolho, somos todos iguais.
No velhinho Piolho, tudo pode acontecer.
Junta toda a gente. Betos, Freaks, Góticos, Dreads, Neards, Punks... De uma forma bem mais natural que o Sumol.
No Piolho, somos todos iguais.
No velhinho Piolho, tudo pode acontecer.
8 de abril de 2009
3 de abril de 2009
Chuva de Inverno
Os dias passam e eu já não sei o que sinto. Uns invadem-me de felicidade e vontade de viver. Outros, como este, fazem com que acredite que nada pode correr pior. Ser invadida por raiva e desprezo, não conseguir olhar quem me magoa nos olhos, faz-me sentir mesquinha. Mas é uma mesquinhez de que não posso fugir...
Andar nas ruas do Porto, às vezes, parece maravilhoso. Mas, quando a chuva cai, a cidade fica cinzenta. As pessoas, que nos outros dias me encantam por serem diferentes, nestes, parecem indiferentes.
Sinto falta do calor do Lar. Sinto falta de me sentir pequena. Quero ver a preocupação no rosto de quem amo. Ser forte cansa e, por vezes, magoa. As fortalezas só se notam quando caem. Mas quando caem já vão causar tragédias...
Conservo um grito preso algures dentro de mim. Tento esquecê-lo, mas, em dias como este, ele tenta soltar-se. Às vezes sonho e quase que o abafo. Às vezes deixo que ele cresça e quase que desisto. Esta luta contínua deixa-me exausta. Nem o sono me descansa. Às vezes a fortaleza quer cair para dar lugar a uma nova paisagem.
Ai, as ruas da minha terra! O alento que sai do frio do ar direitinho ao meu coração, só lá o encontro. Os rostos conhecidos. O isolamento do mundo e da sua dura realidade. Quero a força, quero a garra que eu tinha quando o meu Lar era lá. Onde me contrariavam a vontade e ela crescia. Aqui, ela adoeceu. Porquê? Por que é que és tão feio em dias de chuva, ó Porto? Por que me deixas assim? Fazes-me sentir sozinha. E pequena, mas de uma forma insignificante...
Inverno 08/09
Andar nas ruas do Porto, às vezes, parece maravilhoso. Mas, quando a chuva cai, a cidade fica cinzenta. As pessoas, que nos outros dias me encantam por serem diferentes, nestes, parecem indiferentes.
Sinto falta do calor do Lar. Sinto falta de me sentir pequena. Quero ver a preocupação no rosto de quem amo. Ser forte cansa e, por vezes, magoa. As fortalezas só se notam quando caem. Mas quando caem já vão causar tragédias...
Conservo um grito preso algures dentro de mim. Tento esquecê-lo, mas, em dias como este, ele tenta soltar-se. Às vezes sonho e quase que o abafo. Às vezes deixo que ele cresça e quase que desisto. Esta luta contínua deixa-me exausta. Nem o sono me descansa. Às vezes a fortaleza quer cair para dar lugar a uma nova paisagem.
Ai, as ruas da minha terra! O alento que sai do frio do ar direitinho ao meu coração, só lá o encontro. Os rostos conhecidos. O isolamento do mundo e da sua dura realidade. Quero a força, quero a garra que eu tinha quando o meu Lar era lá. Onde me contrariavam a vontade e ela crescia. Aqui, ela adoeceu. Porquê? Por que é que és tão feio em dias de chuva, ó Porto? Por que me deixas assim? Fazes-me sentir sozinha. E pequena, mas de uma forma insignificante...
Inverno 08/09
1 de abril de 2009
Agora e Para Sempre
É antiga. É badalada e foi banalizada.
Mas é uma boa música, de um bom grupo que,apesar de agora estar mais comercial (infelizmente), admiro. Sabem o que fazem e fazem-no bem...
Ao ouvir esta, eu sorrio. Revejo-me. E acredito... : )
Agora e para sempre (A paixao) - Da Weasel
Mas é uma boa música, de um bom grupo que,apesar de agora estar mais comercial (infelizmente), admiro. Sabem o que fazem e fazem-no bem...
Ao ouvir esta, eu sorrio. Revejo-me. E acredito... : )
Agora e para sempre (A paixao) - Da Weasel
Mais um pedido de desculpas...
13 de maio de 2008
"É em nós que é tudo"
Hoje reina a despreocupação.
Ser diferente, é ser indiferente. O motivo: é mesmo a falta de motivo para contestar. Ou melhor, a falta de um motivo válido, porque vão aparecendo, aqui e ali, umas manifestações e contestações que decidem evocar o nome de revoluções maiores e pertinentes por causas menores, irrefletidas e, na maioria dos casos,inexistentes.
Portugal morreu.
A responsabilidade social, o comprometimento cívico não existem.
O que uniu os portugueses no 25 de Abril de 1974 murchou com os cravos.
Hoje o egoísmo impera! Hoje só nos revoltamos quando mexem com a nossa vida prática e pessoal. E sempre que vemos medidas que nos tirem algum privilégio - mesmo que saibamos serem necessárias e justas - vimos para a rua acusar o Estado de censura e evocar os que morreram em nome de uma verdadeira causa.
Isto é o que somos: Pequenos, pobres e podres de espírito.
Bastava-nos um décimo dos valores japoneses e Portugal seria um paraíso. Já não existe a busca de uma evolução colectiva. Vivemos numa selva civilizacionada. Reina a lei do mais forte. A mudança tem de se dar, mas é em NÓS!
D. Sebastião não volta minha gente... Será que ainda estão à espera??
"Não é com ilhas do fim do mundo,
Nem com palmares de sonho ou não,
Que cura a alma seu mal profundo,
Que o bem nos entra no coração.
É em nós que é tudo. É ali, ali,
Que a vida é jovem e o amor sorri."
Fernando Pessoa
Ser diferente, é ser indiferente. O motivo: é mesmo a falta de motivo para contestar. Ou melhor, a falta de um motivo válido, porque vão aparecendo, aqui e ali, umas manifestações e contestações que decidem evocar o nome de revoluções maiores e pertinentes por causas menores, irrefletidas e, na maioria dos casos,inexistentes.
Portugal morreu.
A responsabilidade social, o comprometimento cívico não existem.
O que uniu os portugueses no 25 de Abril de 1974 murchou com os cravos.
Hoje o egoísmo impera! Hoje só nos revoltamos quando mexem com a nossa vida prática e pessoal. E sempre que vemos medidas que nos tirem algum privilégio - mesmo que saibamos serem necessárias e justas - vimos para a rua acusar o Estado de censura e evocar os que morreram em nome de uma verdadeira causa.
Isto é o que somos: Pequenos, pobres e podres de espírito.
Bastava-nos um décimo dos valores japoneses e Portugal seria um paraíso. Já não existe a busca de uma evolução colectiva. Vivemos numa selva civilizacionada. Reina a lei do mais forte. A mudança tem de se dar, mas é em NÓS!
D. Sebastião não volta minha gente... Será que ainda estão à espera??
"Não é com ilhas do fim do mundo,
Nem com palmares de sonho ou não,
Que cura a alma seu mal profundo,
Que o bem nos entra no coração.
É em nós que é tudo. É ali, ali,
Que a vida é jovem e o amor sorri."
Fernando Pessoa
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